Nós adoramos listas de fim de ano!
Todos os dias, na Casa Philos, chegam livros, cartas, visitas de artistas e escritores para um café no ateliê. E, entre uma conversa e outra, surgem as recomendações de leitura, os autores aos quais sempre retornamos, as estreias que nos encantam e uma miríade de lançamentos literários que vão acontecendo ao longo do ano. Estes são os 80 livros que lemos, amamos e consideramos nossas melhores leituras de 2025:
- Memória tem águas espessas, Luna Vitrolira (Diadorim)
- Neca — romance em bajubá, Amara Moira (Companhia das Letras)
- Meio do céu, Ubiratan Muarrek (Assírio & Alvim)
- Meridiana, Eliana Alves Cruz (Companhia das Letras)
- Todo o resto é muito cedo, Luiza Mussnich (Bazar do Tempo)
- Batida só, Giovana Madalosso (Todavia)
- Sílex, Eliane Marques (Círculo de Poemas)
- Caminho para o grito, Jarid Arraes (Alfaguara)
- Insones, Kátia Bandeira de Mello (Casa Philos)
- Ninguém morre sozinho, Renata Piza (Gema)
- Tarde no Planeta, Leonardo Piana (Autêntica contemporânea)
- Oração para desaparecer, Socorro Acioli (Companhia das Letras)
- Virgínia Mordida, Jeovanna Vieira (Companhia das Letras)
- A árvore mais sozinha do mundo, Mariana Salomão Carrara (Todavia)
- O Jardim das Oliveiras, Adélia Prado (Record)
- Corsária, Marilene Felinto (Fósforo/Ubu)
- Se eu soubesse contar infinitos, Mayra S. Mayor (Rocco)
- Heloquência, Helô D’angelo (Conrad)
- Escrevivência Preta Cênica, Cláudia Simone dos Santos Oliveira (Casa Philos)
- Água de Maré, Tatiana Nascimento (Pallas)
- No muro da nossa casa, Ana Kiffer (Bazar do Tempo)
- Escrevo seu nome no arroz, Caetano Romão (Fósforo)
- Não há nada como o mangue, Bell Puã (Pó de Letras)
- Corpo lúcido, Flávia Santos (Diadorim)
- Asma, Adelaide Ivánova (Nós)
- As coisas que ainda não têm nome, Manoela Monteiro (Casa Philos)
- Noite devorada, Mar Becker (Círculo de Poemas)
- Boca do mundo, Dia Bárbara Nobre (Companhia das Letras)
- Mata Doce, Luciany Aparecida (Particular)
- Os anos de vidro, Mateus Baldi (Nós)
- Escalavra, Marcelino Freire (Amarcord)
- Uma delicada coleção de ausências, Aline Bei (Companhia das Letras)
- Lagartixa sem rabo, Dora de Assis (Casa Philos)
- A vida não é um animal doméstico, Paulo Vicente Cruz (Diadorim)
- Calça de alfaiataria, Salma Soria (Janela + mapalab)
- A insubmissa, Cristina Peri Rossi (Bazar do Tempo)
- A primeira pedra, Pedro Machado (Malê)
- Diáspora não é lar, Nina Rizzi (Pallas)
- Olhos a Navegar, Chris Facó (Casa Philos)
- Só vimos as sombras das asas e Lírio D’água e Tarja Preta, Felipe Ribeiro Pires (Casa Philos)
- Casa de família, Paula Fábrio (Companhia das Letras)
- Carga viva, Ana Rüsche (Rocco)
- Nós que nos amávamos tanto, Laís Araruna de Aquino (Cachalote)
- Degola, Monique Malcher (Companhia das Letras)
- Água Turva, Morgana Kretzmann (Companhia das Letras)
- O livro do meu pai, Djaimilia Pereira de Almeida (Todavia)
- A História quebrada da completude, Maria Luiza Artese (Casa Philos)
- Dores em salva, Elimário Carvalho (Patuá)
- Flaco, o Coruja, Kátia Bandeira de Mello (Casa Philos)
- Faça de tudo para não precisar da coragem, Fábio Franco (Cachalote)
- Os filhos do nosso tempo, Monalisa Sorio (Casa Philos)
- Quimera, Prisca Agustoni (Círculo de Poemas)
- Ravi, o ursinho arco-íris, Nilton Milanez (Usina de textos)
- Fraturas e Próteses, Luisa Lancellotti (Quelônio)
- Cacto na boca, Gianni Gianni (Fósforo)
- A mística do bestiário não binário, be rgb (Casa Philos)
- Virada num mói de cuento, Dayane Rocha (Edição da autora)
- Maracujá interrompida, Luis Osete (Cepe)
- Coisas engraçadas de não rir, Raymundo Netto (Edição do autor)
- Retorno ao ventre: Mỹnh fi nugror to vẽsikã kãtĩ, Jr. Bell (Elefante)
- Coração sem medo, Itamar Vieira Júnior (Companhia das Letras)
- Myself First, Thamy Alegria Ortiz (Casa Philos)
- Sentir na ponta dos dedos o céu, Thalita Monte Santo (Devir)
- A Jabota poliglota, Denilson Baniwa & Sophia Pinheiro (Boitatá)
- Cartas de amor para minha avó, Nadja Leite (Manufatura das letras)
- Seis Coroas, Patrícia Romão (Casa Philos)
- Desenterrar os ossos, Priscila Branco (Macabéa)
- Gamacopeia: (des)fabulações poéticas de Luiz Gama, Sílvio Roberto dos Santos Oliveira (Editora Ogums Toques Negros)
- Dissoluções, Felipe Franco Munhoz (Record)
- A vida é traição, Raimundo Carrero (Record)
- Não gire o disco ao contrário, Thiago Hanney (Patuá)
- Coisa feita, Jordan (Reformatório)
- O tremor dos vivos, Kaciano Gadelha org. Lucas Dilacerda (LAC.contemporânea)
- O último dia da infância, Marcelo Moutinho (Malê)
- Sete pontos para Cosme e Damião, Luiz Antonio Simas (Janela + mapalab)
- Os tempos da fuga, Giovana Proença (Urutau)
- Lágrima, Mari Mel Ostermann (Casa Philos)
- Tia Lúcia — cadernos de histórias, Lucas Albuquerque (Casa Philos)
- Cronofagia, Carla Brasil (Artêra)
- Breve inventário de pequenas solidões, Tiago Feijó (Penalux)
Reunimos ainda as indicações de três curadoras literárias — Ninfa Parreiras, curadora da Flist — Festa Literária de Santa Teresa; Gisele Selmar, curadora do Flipoços — Festival Literário Internacional de Poços de Caldas e Thais Bambozzi, curadora do clube do livro Buquê.
Melhores leituras de 2025, por Gisele Selmar:
- Deus na Escuridão, Valter Hugo Mãe (Biblioteca azul)
- Torto Arado, Itamar Vieira Junior (Todavia)
- Rua das Águas Encantadas, Lucas Santos (Autografia)
- Aquele que é digno de ser amado, Abdellah Taïa (Nós)
- Alice no País das Ideias, Roger Pol Droit (Record)
Melhores leituras de 2025, por Thais Bambozzi:
- Noite devorada, Mar Becker (Círculo de Poemas)
- Tornar-se palestina, Lina Meruane (Relicário)
- Nossa vingança é o amor, Cristina Peri Rossi (Lote 34)
- Pensar com as mãos, Marília Garcia (WMF)
- Análise, Vera Iaconelli (Zahar)
Melhores leituras de 2025, por Ninfa Parreiras:
- Giraflor e outros Jequitinhonhas, Heloisa Pires Lima (Editora FTD)
- Nossos Mitos, Yaguarê Yamã (Pallas)
- Poesia Travessia, de Roseana Murray (Editora do Brasil)
- Escrever é humano: como dar vida à sua escrita em tempo de robôs, Sérgio Rodrigues (Companhia das Letras)
- Na voz dela, Alba de Céspedes (Companhia das Letras)
Boas leituras e feliz festas! Que em 2026 possamos estar juntes, entre muitas leituras e ainda mais literatura — aquela que você só encontra na Revista Philos, o melhor da literatura neolatina contemporânea.